Quando Maurício Pétain Assumpção assumiu o comando da República do Botafogo, de maneira controversa e certamente obscura, iniciou-se uma triste guinada de rumos na condução das políticas gloriosas. A resistência, característica marcante na República em quase toda sua História foi pouco a pouco dando lugar a um perigosíssimo colaboracionismo. Sob o falso pretexto que a “a República não conseguirá evoluir lutando contra tantos inimigos”, uma sinistra trama de capitulação foi sendo orquestrada.
O primeiro passo, a ascendência da associação criminosa conhecida como “Corte dos Gordos” aos altos escalões do poder republicano. Essa associação, em conluio com o presidente colaboracionista Pétain Assumpção, começou então a desenvolver seu plano de sabotagem interna e entrega da República ao Eixo. A formação de um exército maltrapilho e incapaz de lutar em níveis minimamente decentes foi o primeiro sintoma, agravado pelo retorno, na condição de oficiais, de notórios borra botas e entreguistas, que haviam sido expurgados anos antes de nossas fronteiras: Cabo Anselmo e o burocrata Lucio Flavio, que voltou dizendo-se orgulhoso de sua nova coleção de carimbos e formulários inúteis. A falta de compromisso dos soldados com o país nunca foi condenada, ao contrário, sempre foi incentivada e favorecida – vide o caso do preguiçoso e indolente Major Reinaldo, que não obstante todas as suas ações de má conduta, segue à frente da 7ª Brigada, historicamente a tropa de elite e vanguarda mais avançada do Exército Glorioso.
As ações de Pétain Assumpção e da Corte dos Gordos não se limitaram, infelizmente, ao desmantelamento do exército, o que por si só já seria demais. A alta traição atingiu níveis estratosféricos com a agenda colaboracionista com o Eixo. Num estranho almoço, foi selado um estranhíssimo pacto de amizade com o Reino da Gávea. Depois, uma aproximação com a Federação dos Países, inimiga histórica dos valores republicanos e abertamente contrária aos gloriosos.
Os odiosos soldados do Eixo fazem demonstrações em pleno território republicano,com a anuência do colaboracionista Pétain Assumpção
O estrago estava feito. Pétain Assumpção e a Corte dos Gordos, com suas políticas colaboracionistas, pouco a pouco começaram a entregar a República. O Eixo foi crescendo, nosso país diminuindo. Politicamente, militarmente, a política de Pétain Assumpção é destruidora das grandes e belas tradições gloriosas, assim como do orgulho de seus cidadãos.
Para o Eixo, a República Colaboracionista de Pétain Assumpção passou a ser chamada de Vichy-Fogo, uma área semi-desmilitarizada com um governo de fachada, que entrega as Escolas de Formação de Militares a empresários inescrupulosos e alinha sua política á vontade do Eixo.
Pior que um governo ausente é um governo aliado com o inimigo. Os gloriosos vão vendo suas cidades bombardeadas, seu povo atacado e o pan-flamenguismo crescendo em níveis alarmantes. O colaboracionista Pétain Assumpção não apenas não faz nada como aplaude o crescimento inimigo e a desgraça da República.
O Eixo cresce, Vichy-Fogo permite e os inimigos já se avizinham a nossas fronteiras. A cidade de Engenhão, parcialmente destruída após seguidos bombardeios, é alvo de cobiça dos inimigos. O Eixo já dá como certo que a segunda cidade mais importante de nosso país será uma zona neutra sob seu controle. Arquitetos do Eixo já fazem planos de reurbanização e até mesmo pensam em mudar o nome da cidade (!!), tudo com o conluio e aprovação do colaboracionista Pétain Assumpção.
Impedir o avanço dos porcos. Não importa como!!!
E a criminosa política colaboracionista de Pétain Assumpção e da Corte dos Gordos está prestes a atingir o ápice de destruição do moral e valores republicanos. Informantes garante que o exército porco marcha de Paulicéia para atacar Engenhão. Uma vitória dos porcos, garantem os informantes, fará Pétain Assumpção assinar rendição incondicional. A capitulação virá na forma da entrega da 1ª Colônia. Um desastre, sob todos os pontos de vista, para o tão sofrido povo glorioso.
O clima entre o povo, não poderia ser diferente, é de apreensão total. O exército porco é forte e está motivado, o nosso não passa de um bando maltrapilho, mal armado e mal preparado, além de composto por borra-botas medrosos, frouxos, sem alma, sangue ou coração.
No governo, não podemos confiar. Ele É o inimigo. No exército, tampouco. Ele é incompetente e frouxo. Então, qual a pedra de salvação para a dignidade republicana? O povo, sempre ele e somente ele.
É do povo que virá a Resistência. É do povo que nasceram os Maquis Alvinegros, guiados ideologicamente por João Moulin Saldanha. É do povo que virá o grito de NÃO PASSARÃO aos porcos, é do povo que virá o grito de FORA BANDIDOS a Pétain Assumpção e à Corte dos Gordos!
Cidadão Glorioso! Nós somos a última trincheira que pode salvar a República! Vá a Engenhão e ajude a salvar seu país, dos porcos, do Eixo e de um governo colaboracionista.
Ás armas! A última batalha nos aguarda.
Mesmo com tudo em ruínas, o glorioso ainda se veste com as cores do país para tocar o hino. Defendamos nosso país! Ele precisa de nós!