13.8.09

Quem governa a República?

Há de fato uma "força oculta" comandando o governo e o país a partir das sombras? Quem são e o que querem?

Nesse 12 de agosto, importante data onde se celebra a fundação das bases de nosso país, o “Maquis Alvinegros”, grupo da resistência botafoguista guiado pelo mítico João Moulin Saldanha distribuiu um manifesto, uma espécie de carta aberta á população da República do Botafogo, chamando o povo para a resistência consciente ao quadro lastimável que vem sendo pintado pelos mais altos escalões de nosso país.

Ao fazer a pergunta “Quem governa a República?”, os Maquis nos levam a uma nova etapa de reflexão sobre quem de fato manda e a quais interesses atendem os que estão oficialmente no governo republicano.

O manifesto começa com severas críticas à “política colaboracionista” do atual governo, que se alinha e adota práticas de conciliação com entidades falidas e abertamente anti-republicanas, caso específico de da Confederação das Nações e seu líder quase vitalício Ricardo Speer Teixeira (o arquiteto do pan-flamenguismo) e da Federação dos Estados, organização mafiosa e criminosa liderada pelo vil Don Rubinho, inimigo mortal da nossa República e de nossos ideais. Essa aberração colaboracionista, continua o manifesto, pode acabar levando a uma situação onde nossa bela e importante cidade de Engenhão passe a ser considerada “Zona Internacional”, sob controle não da República, mas de um colegiado que incluiria até mesmo embaixadores coloridos e flamengos, com livre acesso para nossos maiores inimigos! O manifesto segue, chamando a atenção para um perigo que, apesar de distante, não pode ser ignorado: a possibilidade que a conciliação com quem sempre foi nosso inimigo acabe levando a uma diminuição ainda maior da República e a um pesadelo que ainda nos assombra: os anos de tristeza e agonia sob a ditadura e sob o governo colaboracionista de Vichy Hermes.

Mas de onde vem essa política de colaboração com o inimigo? Quem a elabora? Porque se olharmos especificamente para esse governo que temos atualmente,a impressão é que nossa República está absolutamente acéfala. Não há quem mande, não há quem responda ou quem se responsabilize. Entregue, a República fica na beira do caos. E o caos é o terreno fértil para o surgimento e fortalecimento de tiranias. Um é subproduto da outra e vice versa. E do caos da ausência de um governo firme, surgiu a tirania da triste associação criminosa da Corte dos Gordos.

Uma associação entre membros dos altos escalões do governo e o comando das tropas, visando lucros em aquisições fraudulentas de “reforços” e “novos equipamentos” para o exército glorioso. Assim, foram incorporadas ao exército tropas como a Companhia Emerson, Tony e Coral, os obsoletos e péssimos helicópteros Fahel, assim foi acertada a volta do burocrata incompetente Lucio Flavio, logo alçado ao posto de comandante entre os soldados. A Corte dos Gordos, dentro de sua estratégia deliberada para acumular poder, acumulou derrotas e com um palavrório sem sentido e retórica de botequim, mantinha-se firme, tentando criar um mito de “ruim conosco, pior sem nós”.

Oficiais incompetentes, soldados mal preparados: a rendição e o fracasso são as imagens do exército sob o comando de Nei Frango e a Corte dos Gordos


Mas mesmo no caos ou na tirania, por vezes a situação se agrava tanto que é impossível continuar impune. À beira de uma revolta popular, com o exército colecionando fracassos e decepções, e o povo convivendo com racionamentos e dificuldades, Nei Frango, outrora auto-intitulado “generalíssimo” do exército glorioso foi expurgado, expulso de nossa República em desgraça.


Caiu Nei Frango, mas parte da espinha dorsal da Corte dos Gordos permanece. E com ela, permanece a pergunta: quem manda realmente no nosso país? Há quem diga que é um ex-presidente, uma velha raposa que tenta se manter eterno no comando político, mesmo tendo ligações íntimas com os eventos que nos levaram a perder a 1ª Colônia por alguns meses, em 2002. Outros dizem que a situação é ainda mais grave, pois quem mandaria de fato no atual governo seria um grupo mafioso, um fundo de investidores sem pátria ou ideais, que usaria nossas fronteiras apenas para a especulação e lucro fácil.

Nosso país encontra-se num momento crítico, numa encruzilhada histórica que pode determinar um futuro de crescimento ou de dificuldades cada vez maiores. Saber quem são as pessoas ou grupos que de fato estão tomando as decisões nesse momento e quais são seus reais interesses é fundamental agora.

Se o comando político traz dúvidas e inquietações ao povo, o novo comando militar traz novos ares de esperança. Estevam Soares, recém incorporado como novo Marechal-de-Campo do exército parece ser um oficial sério, dedicado e ativo, ao contrário da verdadeira falácia que era seu antecessor. Que tenha sucesso em sua jornada e que, a partir de agora, a pergunta “quem governa a República” já não seja mais aplicável ao exército.

Afinal, não saber quem manda na política já é muito mais do que o desejável.


A Resistência Maqui está na ativa. E permanecerá até que nossa República caminhe de fato na trilha de nossos ideais e compromissos históricos.

7 comentários:

Saulo disse...

Estevam Soares tá vindo agora e acredito que vai comandar bem essa equipe.

Gil disse...

Grande Danilo,

Gostaria e torço para que o MA assuma as suas funções de governar a República. Que aflore o seu amor pelo nosso amado BOTAFOGO e com isso demita o AB, depto.médico e todos aqueles que só pensam em se aproveitar do nosso clube.

Estou muito esperançoso com o novo comandante da tropa!

Nos encontraremos na próxima batalha!

Abs e Sds, BOTAFOGUENSES!!!

snoopy em p/b disse...

para o bem da república, também almejo que maurício assumpção assuma a república, sem conluios com quem quer que seja, muito menos do tirano kléber leite.
avante, republicanos!!!

Rui Moura disse...

Eu desejaria que Maurício Assumpção renunciasse e que Manoel Renha fosse suficientemente corajoso para assumir o Botafogo que ele afirma tanto amar - embora sem provas visíveis aos torcedores.

Desejaria que Carlito Rocha ressucitasse ou, ainda melhor, que Paulo Antônio Azeredo nunca morresse e fosse presidente vitalício.

Desejaria que todos estes dirigentes incompetentes de hoje desaparecessem da face do Botafogo e regressassem apenas às arquibancadas.

Desejaria que alguém lesse seriamente este artigo fabuloso do Danilo e fizesse algo pelo Gloriosos clube da Estrela Solitária.

Estevam Soares não chega; um clube é, antes de tudo, a dinâmica da sua torcida e a competência dos órgãos dirigentes. E, em minha opinião, os dois estão precisando de ser internados numa unidade de cuidados intensivos.

Avante, Danilo! Viva a República!

alexandre disse...

Na linha do Rui Moura, desejo que o João Saldanha ressuscite! Espírito Saldanha!

General Fischer disse...

Bravo Danilo e companheiros!

O entreguismo continua!
O que se viu ontem em Engenhão foi um acinte contra o Povo Republicano.
Cabo anselmo e seus asseclas continuam fazendo grandes estragos nos campos de batalha enquanto Nininhus e sua obesa Corte se refestelam com brioches em suas festinhas e inaugurações de casas de banho.
O nosso povo precisa se armar, fazer algo mais do que apenas rogar para que nobres espíritos venham nos guiar.

Que Marechal Estevam não sucumba aquela gentalha, que mostre a eles que reforços serão necessários além de seus protegidos e que coloque seus atarantados comandados a lutar como homens e não como ratos que se assim permanecerem, passarão para História como aqueles que rebaixaram nossa gloriosa República.

Vergonha! Vergonha!

Dora disse...

Fabuloso!
Fico me perguntando também a quem interessa a nossa derrocada?
E, confesso, não consegui ainda a chegar a nenhuma resposta coerente.
Só sei que não podemos mais permitir que o nosso Glorioso,com a permissividade dessa corja que se instalou em General Severiano, sucumba para sempre.
Precisamos nos organizar e lutar para que o nosso Botafogo renasça dessas trevas que o colocaram.
Saudações!